Em busca do primeiro estágio: 5 dicas para garantir o seu lugar na agência

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Chega o sexto ou sétimo período da faculdade de publicidade ou de design, e você fica naquela ansiedade tremenda pra garantir o seu lugar ao sol dentro de uma agência bacana. Mas o que fazer? A gente sabe que às vezes existe um abismo entre o mundo acadêmico e o mundo corporativo. É para facilitar a sua vida que a gente escreveu este post. Vamos conhecê-las?

 

Dica 1: Converse com o coordenador do seu curso

Normalmente o coordenador do seu curso representa um elo entre o mercado coorporativo e o acadêmico. Ele pode te ajudar a abrir portas neste sentido.

 

Dica 2: Tenha um portfólio sempre atualizado

As agências raramente querem ver o seu currículo. Deixe que o seu trabalho fale por si só. Traga seu portfólio em pranchas bem impressas, montados em um foam, bem refilados e limpos. Se preferir, pode trazer em um tablet ou no seu notebook. A apresentação é muito importante.

 

Dica 3: Não seja um mala na entrevista

Ninguém gosta de trabalhar com alguém arrogante, que não pisa no chão. Seja humilde, tranquilo na sua entrevista. Principalmente aqui na Tape, humildade conta muito. Afinal, a gente tem que ser curioso pra vida inteira. O colega ao lado tem muito a aprender e a ensinar também.

 

Dica 4: Nem só de criação vive a agência

Esta é uma dica muito importante. Você pode e deve ser criativo em todos os setores da agência. E ela tem demanda por profissionais em todas as áreas. Principalmente no planejamento, atendimento e mídia. Se você não tem muito tino para a redação ou direção de arte, leia bastante sobre mídia, atendimento e planejamento. E busque se especializar. As agências precisam e agradecem.

 

Dica 5: Agende a sua entrevista pelo euquero@tape.com.br

Se você se identifica com a gente, é hora de seguir a quinta dica: mande um e-mail para o euquero@tape.com.br e agende uma entrevista de estágio com a gente. Especifique a área e prepare o seu portfólio. Estamos aguardando o seu contato.

 

Escrito por Mateus Esteves-Ribeiro

Diretor de Criação da Tape e diretor de arte desde 2006

Hoje é Dia Nacional do Café. E a gente precisa falar sobre isso.

Precisamos falar sobre café. Um fruto mágico tão versátil que se transformou nos dias de hoje a bebida mais consumida no mundo, excluindo a água, é claro. Mas o que pouca gente sabe, ou se esquece, é que a maior parte do café consumido no mundo está plantado aqui em terras brasileiras. Para se ter noção, o Brasil produz anualmente, em média, 45 milhões de sacas. Em segundo lugar vem o Vietnã com 27 milhões de sacas.

Na cadeia, são mais 8 milhões de empregos diretos e indiretos em mais de 287 mil propriedades. O café é o quinto produto brasileiro mais exportado para o exterior. Em termos quantitativos, estamos bem. Mas em termos de branding, nosso café anda meio vira lata na frente de países com produção muito menor como Colômbia, Indonésia,  e Panamá. Mas será que nosso café é mesmo vira-lata?

Bem, para quem não sabe, o café é um fruto de variedades, assim como a uva. Você tem duas famílias: o coffea arabica e o coffea robusta. O robusta, produzido em sua maioria em Rondônia, é um café de menor valor comercial, sem tantas propriedades sensoriais, e que serve para formar blend com o arabica no café comercial que encontramos no supermercado. Já o arabica, está para o café como a vitis vinifera está para o vinho. Temos diversas variedades: Catuaí, Acaiá, Mundo Novo, Caturra, Maragogipe e Bourbon Amarelo. Este último, conhecido por muitos baristas, como o café com mais doçura natural. E todas estas sendo produzidas aqui no Brasil. Mas Mateus, café tem tudo o mesmo gosto! E eu digo: Tem não.

Isso porque depois de um cuidado absurdo do produtor, no plantio, na poda, no manejo, na colheita, na separação de casca e grão, na secagem, às vezes na fermentação, vem um processo relativamente novo e mágico no mundo do café: a torra por perfil. O café é um fruto. Logo, ele tem frutose. A ideia da torra por perfil é caramelizar o açúcar natural do fruto, tornando o café uma bebida naturalmente doce, muitas vezes dispensando ou reduzindo o uso do açúcar na bebida. Quando fiz o curso de Barista Jr no Coffee Lab, a placa era bem clara: caminho sem volta. E é o que acontece quando uma boa xícara de café chega até nós.

Este foi um brief compacto sobre este novo mundo do café que se abre e se desenvolve de forma veloz dentro de nosso próprio território. E se você chegou até aqui, é brasileiro, você tem a responsabilidade de fuçar mais, ir atrás de grandes xícaras de café, e se tornar um verdadeiro difusor do café de qualidade produzido aqui por nossos compatriotas. E de gole em gole, o nosso café de qualidade vai ganhar o mundo.

Aqui na Tape, nós bebemos o blend Supremo do Café Manaus. Uma bebida equilibrada, torrada na medida e cheia de sabor.
 

Mateus Esteves-Ribeiro é diretor de criação da Tape, Business Designer formado pela Domus Academy, Chef de Cozinha formado pelo Senac Rio e Barista Jr. formado no Coffee Lab

 

Palavras Geradoras - Projeto Didático Creche Escola Bebê Bombom

As palavras são uma porta para o mundo. Quando contextualizadas, apresentam às crianças um universo novo de possibilidades e aprendizado. O Projeto Palavras Geradoras da Creche Escola Bebê Bombom, nosso cliente, apresenta uma palavra a cada semana dentro de um contexto didático. Estas são algumas artes criadas para ilustrar as palavras:       

  Beethoven já foi criança. Foi assim que a palavra Criança foi apresentada: mostrando que grandes nomes das artes já foram crianças um dia e como era a sua vida. 

Beethoven já foi criança. Foi assim que a palavra Criança foi apresentada: mostrando que grandes nomes das artes já foram crianças um dia e como era a sua vida. 

 Ilustração em Aquarela por Jeanne Costa 

Ilustração em Aquarela por Jeanne Costa 

Do Jeito Que a Gente Fala - Projeto Didático Colégio Connexus

Nosso cliente Colégio Connexus tem um projeto muito bacana para difundir nossas peculiaridades regionais, o "Do Jeito Que a Gente Fala". Com periodicidade semanal, desenvolvemos posts enfocando palavras e expressões autenticamente "caboquinhas".   

Só quem mora na Amazônia conhece um verdadeiro Toró! 

E claro, o clássico "Mana!" 

Conheça estas e outras expressões em: https://www.facebook.com/colegioconnexus/?fref=ts